Vinho novo e odres velhos

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Reflexão
Vinho novo e odres velhos

E disse-lhes Jesus: Podem porventura andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Dias, porém, virão, em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão. Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura.

Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam. Mateus 9:15-17

Jesus como revolucionário que foi, e Deus que era, era impossível em seu tempo contê-lo. Suas palavras e modos eram transcendentes, diferentes, inquietantes e ameaçadores. Não poderia haver uma síntese calada do velho e do novo, somente uma colisão descomprometida que conduziria inevitavelmente a rebelião ou rendição. Alguns viriam a gostar do novo, outros a odiá-lo.

Jesus então responde aos seus críticos gentilmente, mas ilustra o inevitável do conflito: como pode pano novo ser usado para remendar roupa velha? E como pode o explosivo vinho novo ser contido em velhos e inflexíveis odres? Às vezes, o velho é irreparável e tem simplesmente que ceder lugar ao novo.

Precisamos então estarmos atentos a uma forma insensata de nossa fé. Que tudo está bem e não como o Senhor quer que estejam, mas se não, precisamos juntar armas a bagagem e ficar prontos para uma longa jornada em lugares onde Deus quer que estejamos. O vinho novo do evangelho não é destinado a nos deixar confortáveis, mas a nos fazer novos em nosso entendimento.

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2

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